segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Reflete-se muito hoje sobre a influencia da nova modernidade na forma de pensar dos cristãos. O teólogo americano Stanley Grenz abordou muito bem esse assunto em seu livro Pós-Modernismo Um Guia para entender nosso tempo afirmando que os filósofos pós-modernos aplicam a teoria da "descontrução" estabelecendo-se que "tudo que emerge no processo é a perspectiva do eu que interpreta a realidade". A Verdade é que essa forma de encarar a realidade para os pós-modernos parece afetar de uma forma tão perceptivel a Igreja Cristã que se torna fácil para qualquer pessoa hoje ter uma ideia completamente livre ou relativista de suas crenças religiosas. Recentemente estava buscando informações na internet sobre como funcionam as igrejas emergentes na América (igrejas emergentes são comunidades que afirmam haver uma necessiade de uma completa distinção entre teologia e cultura, o que consequentemente faz com que a igreja não se preocupe com questões culturais e sim teologicas), também ouço vez ou outra rádios cristãs americanas, e em algumas ocasiões vejos os videos dos grupos musicais que são tocados nessas rádios, e em uma dessas ocasiões consegui assistir alguns cultos de grupos ligados a igrejas com uma percepção emergente, realmente a ruptura litúrgica e comportamental das igrejas emergentes e das pessoas que frequentam essas igrejas com modelo tradicional é grande. No entanto precisamos saber até que ponto a igreja emergente considera algo cultural, e até onde vai uma questão teologica. Não discordo que padrões culturais mundam, o uso do véu em I Co 11 é um caso clássico de como uma norma torna-se utrapassada, não mais normativa para o nosso tempo. Trabalharei em breve um estudo mais aprofundado do Tema e irei publicar neste blog. Abraço!
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